Gestão de riscos empresariais: por que você precisa fazer?

A gestão de riscos empresariais é indispensável para companhias de qualquer porte que desejam garantir vantagem competitiva e expandir os negócios. Adotar uma estratégia bem delimitada de gerenciamento de informações vai otimizar a gestão geral dos dados e dos processos da companhia. Neste post, vamos conhecer os vários benefícios de adotar esse modo de planejamento e a importância de um sistema integrado de gerenciamento para turbinar a sua empresa.

Adicionar soluções digitais para enfrentar os desafios impostos por um mercado cada vez mais competitivo é uma ótima medida para preservar e incrementar toda a cadeia produtiva da instituição. Vamos conferir mais sobre o conceito e alguns bons motivos para realizar a gestão de riscos de forma bem-sucedida!

O que é a gestão de riscos empresariais?

Primeiro, é importante conceituar o que são os riscos: efeitos, tanto internos quanto externos, que causam incertezas em processos de gestão de negócios em geral. Quando essas incertezas se juntam a um gerenciamento precário, surgem os prejuízos — que podem ser até irreparáveis.

Já a gestão de riscos é a denominação para um conjunto de ações estratégicas para mapear, analisar e combater riscos associados a determinadas atividades dentro da indústria — e ainda gerar valor para o negócio. Esses procedimentos de gerenciamento possibilitam que a organização atue diretamente na prevenção de perdas humanas e materiais.

Porém, a gestão de riscos empresariais não opera somente na prevenção de danos, mas também na melhoria dos processos gerais dentro da companhia. De acordo com o autor Giovanni Moraes, em sua obra “Sistema de Gestão de Riscos”, o conceito deve ser aplicado em diversos tipos de situações, como:

  • quando houver necessidade de aplicar novas estratégias não previstas na fase inicial de planejamento;
  • quando um novo procedimento for planejado;
  • quando ocorrerem modificações que causem efeitos negativos nos processos;
  • quando existirem regulamentos técnicos e suas respectivas modificações;
  • quando ocorrer dano significativo à empresa;
  • de forma periódica, no ambiente de trabalho.

A forma mais adequada de lidar com a questão é realizando uma gestão capaz de identificar e combater efetivamente os riscos, evitando quedas na produtividade e na capacidade de gerar lucros. A gestão de riscos é, portanto, uma série de procedimentos específicos com o objetivo de combater deficiências e evitar ruídos de comunicação que possam comprometer o funcionamento e a reputação da empresa.

Por que a sua empresa precisa adotar?

Não é exagero dizer que a gestão de riscos empresariais ajuda a definir o futuro da instituição e sua capacidade para gerar oportunidades de negócio. Independentemente do segmento e do tamanho da companhia, determinados benefícios, como a prevenção e manutenção dos ativos financeiros, não podem ser desprezados.

Para desenvolver novos produtos e fidelizar clientes, uma organização precisa testar todas as variáveis para garantir que o resultado final agrade os consumidores e não traga prejuízos significativos. É preciso, portanto, se prevenir contra a desvalorização dos ativos financeiros, já que uma empresa que opere no vermelho vai ter sua infraestrutura afetada para pior.

Essa prevenção é realizada por meio de testes periódicos e análises dos produtos mesmo antes do lançamento no mercado. Desse modo, a empresa pode realizar o mapeamento de todos os diversos fatores que envolvem os seus itens finais. É muito comum, por exemplo, que uma companhia lance um produto no mercado sem a análise adequada dos riscos que cercam esse movimento.

Além disso, com a modernização trazida pela junção entre a gestão de riscos tradicional e as soluções digitais modernas, ficou bem mais fácil integrar os processos internos e alinhar os diferentes setores com os valores e diretrizes da companhia.

Outro benefício significativo da adoção é a otimização geral dos processos e dos recursos operacionais. Ao identificar e combater os riscos envolvidos, torna-se bem mais fácil alocar os recursos e insumos de forma correta e prática e definir processos mais eficazes, otimizando toda a operação interna da instituição. Desse modo, é possível elevar a produtividade em todos os setores e gerar mais valor à rotina empresarial.

A margem de lucros da empresa também é diretamente afetada por uma gestão de riscos bem estruturada — afinal, trabalhar exaustivamente em todos os fatores que desagradaram aos consumidores de determinado produto depois do lançamento custa bem mais caro para a companhia e gera uma desmotivação geral em sua equipe.

Como um SGI pode ajudar?

O sistema de gerenciamento integrado funciona de um modo bastante similar a um enorme banco de dados, com o objetivo de agilizar os processos ao possibilitar uma centralização das tarefas de uma empresa. Desse modo, os gestores passam a ter acesso a dados otimizados de todos os setores e rotinas produtivas. Como o próprio nome da estrutura sugere, a intenção é integrar as operações e eliminar os ruídos na comunicação entre os departamentos.

Com a implementação, a extração de informações e dados valiosos se torna mais ágil, o que possibilita uma melhoria significativa nos procedimentos de tomada de decisão na empresa. O SGI, além de monitorar todos os processos, ainda reúne dados importantes para embasar as resoluções estratégicas em um período bem menor em comparação com o método tradicional de trabalho.

Essa economia de tempo significa um ganho em agilidade, automatizando tarefas que possam liberar colaboradores talentosos para ações mais inovadoras. Um SGI proporciona, portanto, um diagnóstico preciso de acordo com as principais necessidades do negócio. Mas esse é somente o início, já que, após esse mapeamento, o sistema começa o procedimento de implantação de uma metodologia eficiente para promover mudanças, trabalhando em algumas questões, como:

  • o que precisa ser feito;
  • quais métricas e indicadores são os mais indicados para mensurar os processos;
  • como o trabalho, de modo geral, precisa ser reorganizado para o crescimento do negócio.

Muitas pessoas associam o SGI somente ao ERP, uma tecnologia já consolidada nas empresas. De fato, o SGI utiliza a ferramenta como base para iniciar as operações, mas vai além: enquanto o ERP constitui uma ferramenta mais específica de gerenciamento, o SGI fornece um mapeamento otimizado dos processos empresariais como um todo.

Nesse sentido, uma ótima medida é integrar o sistema de gerenciamento integrado ao ERP já utilizado. Com essa associação, é possível expandir o próprio ERP ao adicionar customizações e integrações variadas que vão facilitar ainda mais o trabalho dos gestores. O SGI é um produto poderoso para integrar, de forma precisa, todos os processos e ferramentas da sua empresa.

Como foi possível perceber no post, o gerenciamento de riscos, que já era uma medida eficaz por si só, tornou-se ainda mais vantajoso com a introdução de ferramentas tecnológicas de primeira linha, como os sistemas de gestão integrada.

Desse modo, é possível combinar eficiência administrativa e facilidade de extração e mapeamento dos dados essenciais do negócio. Os gestores terão mais agilidade no processo de tomada de decisões e poderão guiar a companhia para novos e motivadores projetos para seus colaboradores.

Gostou do post sobre gestão de riscos e quer ler um pouco mais sobre os benefícios de um SGI? Então, aproveite a visita e leia o nosso artigo sobre o tema!

Rodrigo Cavallari

Sobre Rodrigo Cavallari

Desenvolvedor de software, trabalha com Desenvolvimento há 3 anos e respira programação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *